Voltar
Voltar

O olhar restaurativo aplicado a situações concretas.

Partimos do que aconteceu, de como as pessoas são afetadas e do que precisa mudar para reduzir danos, reparar o possível e seguir em frente.

Conhecer as pessoas para além dos papéis que ocupam

A convivência costuma aproximar pessoas em razão dos papéis que ocupam, mas nem sempre permite que elas realmente se conheçam. Criamos espaços em que trajetórias, valores e experiências de vida podem aparecer, fortalecendo vínculos de confiança.

Criar espaços seguros para conversar sobre o que normalmente permanece em silêncio

Nem sempre aquilo que importa encontra espaço para ser dito. Conduzimos processos estruturados que permitem abordar situações difíceis, tensões acumuladas e experiências que, quando permanecem em silêncio, podem afetar as pessoas e suas relações.

Ampliar pontos de conexão

Criamos oportunidades para que as pessoas descubram afinidades, experiências e valores comuns entre si. Esses pontos de contato ampliam o repertório da relação e abrem novas possibilidades para a forma como se relacionam e convivem no dia a dia.

Compreender diferentes perspectivas

Criamos condições para que diferentes percepções possam ser expressas com segurança e para que as pessoas conheçam outros modos de perceber aquilo que estão vivendo, ampliando o entendimento sobre a situação e sobre o que ela exige de cada pessoa.

Reconhecer impactos

Buscamos compreender como situações, comportamentos e formas de convivência afetam as pessoas e as relações. Isso permite tornar visíveis impactos que nem sempre são percebidos por quem os produz ou por quem convive com eles no cotidiano.

Identificar necessidades

Identificar o que as pessoas precisam para lidar melhor com a situação e o que torna possível reparar ou minimizar seus impactos. Esse reconhecimento orienta as decisões sobre o que fazer a partir dali, dentro e fora do processo.

Quem deve agir

Reconhecer quem pode agir para atender às necessidades reveladas pelos danos e contribuir para lidar com suas consequências, dentro e fora das pessoas diretamente envolvidas. Isso distribui a responsabilidade para além de quem causou o dano.

Reparar o que for possível

Construir ações para restaurar ou minimizar as consequências dos danos, considerando as necessidades de quem foi afetado e as possibilidades de quem pode contribuir. Nem tudo se repara, mas quase sempre há algo a fazer para reduzir o impacto.

Rever formas de relação

Reconhecer aspectos das relações que favorecem situações problemáticas e definir o que precisa mudar, ser limitado ou encerrado. Quando a convivência não pode seguir, criamos condições para encerrá-la de forma respeitosa e sem novos danos.

Levar para o cotidiano

O que é desenvolvido durante o processo pode ultrapassar aquele espaço e passar a orientar também relações e situações do dia a dia. O aprendizado deixa de ficar restrito a um momento e vira parte da rotina das pessoas e das equipes.

Evitar o retorno aos mesmos padrões

Reconhecer comportamentos e formas de relação associados aos problemas permite pensar em cuidados que reduzam a possibilidade de retorno aos padrões anteriores. Não se trata de vigiar, mas de sustentar no tempo o que mudou.

Sustentar novas práticas

A incorporação de práticas permanentes ajuda a preservar as mudanças alcançadas e oferece outras formas de lidar com tensões, dificuldades e novos conflitos, sem depender de uma nova intervenção a cada vez que algo surge.

Instituto Brasileiro de Práticas Restaurativas

Vamos desenhar a solução da sua instituição.

Cada organização tem desafios próprios. As formações do IBPR são o caminho para desenvolver, dentro da sua equipe, a capacidade de conduzir esses processos.